“Estou casado há dois anos e desde o tempo de namoro eu e a minha mulher já fizemos quase de tudo a nível sexual. No entanto, ela tem-se queixado que eu não lhe faço sexo oral tantas vezes quantas ela gostava. A verdade é que esta prática a mim não me agrada particularmente. Será que o tenho de fazer apesar de não gostar?...”
Paulo, Setúbal
Caro leitor,
se isso é algo tão importante para a sua esposa, tente identificar o que é que não gosta no acto em si… pois existem várias maneiras de tornar o sexo oral mais divertido (tanto para o homem como para a mulher). No entanto, se não gosta mesmo de fazer sexo oral, e não encontra forma de o tornar mais agradável para si, não o faça contrariado, explique à sua esposa que não gosta de o fazer e tente praticar outro tipo de preliminares e jogos eróticos. Seja mais ousado e diversifique as suas práticas sexuais.
"Parimrshataka - Atingindo a ponta"
"Se, enquanto beija, deixa a língua percorrer todo o teu pénis e depois, segurando-o, ticar-lhe repetidamente na glande sensível."
“Chamou-me de velho atrevido”
“Tenho 62 anos e sou viúvo há 4 anos. Desde então nunca mais tive relações sexuais. (…) Porém, comecei a interessar-me por uma jovem que frequenta a mesmo café que eu. Quando ganhei coragem para lhe dizer o que sentia, ignorou-me. Embora tenha sido rejeitado, todas as noites fantasio episódios de amor com ela e masturbo-me. Isso tem algum mal?”
Joaquim, Torres Vedras
Caro leitor,
A verdade é que o amor não escolhe idades, mas não se martirize pelo facto de não ter conseguido cativar a atenção da rapariga pela qual tem demonstrado interesse. Outras oportunidades poderão surgir!
A masturbação não é imoral nem nenhum acto perverso e não tem quaisquer repercussões físicas ou psicológicas.
Para saciar os estímulos manifestados fisicamente, próprios da sexualidade, o leitor tem utilizado essa jovem como uma personagem para ilustrar as suas fantasias sexuais nos momentos em que recorre à masturbação, de modo a atingir com maior satisfação o clímax. Portanto, é perfeitamente normal aliar a fantasia à masturbação para quebrar a rotina sexual, e no seu caso a abstinência de actos que envolvam a penetração, e estimular a excitação.
De modo a obter novas sensações na masturbação, aventure-se numa sex-shop para conhecer acessórios e objectos eróticos.
"Traga a Natureza até ao seu local interior de amor, mesmo que seja no meio da cidade, com amostras de frutas e flores frescas, arranjos de seixos trazidos de férias na praia, e materiais naturais como plumas, à mão de semear, para acariciar e provocar o corpo do seu amante."
(Segredos do Sexo, Michelle Pauli)
"Tenho 42 anos e estou casado há 10, e sempre amei a minha esposa, que é cinco anos mais velha que eu. Com o tempo ela foi-se desleixando com o seu aspecto físico e engordou 15 quilos. Ela ultimamente mostra-se preocupada com o seu aspecto e tem tentado perder peso, algumas vezes resulta mas passado um tempo engorda novamente. Não sei o que devo fazer, pois não me sinto atraída por ela quando ela engorda."
Jorge, Lisboa
Caro leitor,
essa é uma situação complicada, pois não se pode mudar o corpo de uma pessoa de um momento para outro, principalmente depois de uma certa idade… mas também não se pode obrigar ninguém a sentir desejo sexual quando ele não existe. O metabolismo do homem e da mulher sofre alterações com a idade, o que faz com que as pessoas engordem. Lembre-se que a sua esposa está, certamente, tão aborrecida com essa situação como você. É bastante frustrante tentar emagrecer e não conseguir, o que afecta bastante a auto-estima de uma pessoa. Tente conversar com ela de forma carinhosa, tentem "os dois" passar a caminhar juntos de manhã, ou fazer exercício no ginásio. Alterem a vossa alimentação, passando a consumir comida mais saudável, é importante que o leitor participe no processo, para que isso seja um projecto vosso e não uma imposição sua. É bastante importante que a sua esposa sinta que a ama e que a está a apoiar nesta fase.
colocação correcta preservativo
infecção sexualmente transmissivel
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Dra. Mariagrazia Marini Luwisch, Psicologia
Dr. Miguel Stanley, Medicina Dentária
Prof. Dra. Isabel Januário Fragoso, Exercício e Saúde