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Consultório de Sexologia

Profª Drª Helena Barroqueiro

Consultório de Sexologia

Profª Drª Helena Barroqueiro

O esperma faz bem à saúde?

2017 

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"Quando faço sexo oral com o meu namorado não gosto de engolir o esperma. No entanto, uma amiga disse-me que o esperma traz alguns benefícios para a saúde, mas não acreditei e gostava de saber se realmente isso é verdade!"

Vanessa - Olhão

 

Cara leitora,

Alguns livros sugerem que o esperma é benéfico para o organismo, contribuindo principalmente para hidratar e manter a beleza da pele, devido à gordura que possui. Contudo, os benefícios do esperma são bastante relativos, isto é, depende do estado de saúde em que se encontra o homem portador do esperma. Se este estiver doente, o seu esperma funciona como um transmissor de microrganismos e, neste caso, não acarreta qualquer tipo de benefícios. Por isso aquando da prática de sexo oral deve usar sempre um preservativo, para evitar a transmissão de infeções, como por exemplo a sida e o herpes. Se, no entanto, o homem estiver de perfeita saúde, o esperma não tem qualquer tipo de malefícios porque se trata de uma matéria limpa, apesar de ser viscosa.

“Os efeitos da SIDA”

 “Em Portugal, ouve-se falar que uma em cada três pessoas não sabe o que é a SIDA, como se transmite e quais os efeitos desta doença. Assim, gostaria que pudesse explicar afinal de que se trata esta doença.”

 

Nuno, Esposende

 

Caro leitor,

A SIDA, ou seja Síndroma de Imunodeficiência Adquirida, é o que se chama atualmente de uma Infeção Sexualmente Transmissível (IST). Um indivíduo com SIDA está infetado com o Vírus de Imunodeficiencia Humana que causa um estado em que as defesas naturais do organismo não conseguem combater as infeções. Deste modo, vai havendo um aumento de infeções e esta enfermidade torna-se fatal. O vírus que causa esta doença é conhecido como HILU-III e quando entra na corrente sanguínea mata os glóbulos brancos, que têm o papel da defesa do organismo. Assim, faz com que o corpo fique exposto a todo o tipo de infeções. De um modo geral, esta doença pode ser transmissível por sangue ou relações sexuais.

“O que é a SIDA?”

 

“Segundo dizem alguns especialistas na área da saúde, em Portugal uma em cada três pessoas ainda não sabe o que é a SIDA, como se transmite e quais os efeitos desta doença tão mortal. Gostaria que pudesse explicar afinal de que se trata esta doença."
Eduardo, Viana do Castelo
 
Caro leitor,
A SIDA, ou seja Sindroma de Imunodeficiência Adquirida, é uma DST, isto é, Doença Sexualmente Transmissível. Um indivíduo com SIDA está num estado em que as suas defesas naturais contra as infecções são inexistentes, razão pela qual esta doença pode ser fatal. O vírus que causa esta doença é conhecido como HILU-III que quando entra na corrente sanguínea mata os glóbulos brancos, que têm o papel de defender do organismo. Isto faz com que o corpo fique exposto a todo o tipo de infecções. O simples facto de alguém contrair o HILU-III não quer dizer que a SIDA se venha a desenvolver automaticamente. Isto porque existem muitos indivíduos e infelizmente estamos a falar de milhares de infectados com este vírus, mas que apenas sofrem desta doença. Ainda não se descobriu qual a razão pela qual alguns indivíduos adoecem e outros pareçam estar completamente saudáveis. Os indivíduos que estão infectados com SIDA podem desenvolver alguns tipos de cancro, bem como infecções muito graves ao nível dos pulmões, pele, no sistema digestivo e no sistema nervoso central.
Duas doenças muito comuns nos casos de indivíduos com SIDA (embora raras nas outras pessoas) são: o sarcoma de faposi, uma espécie rara de cancro, que se manifesta sobretudo na pele, mas que afecta também outras partes do corpo, e ainda a pneumonia pneumocystis carinii, uma infecção pulmonar muito grave.
Por tudo isto exposto, é aconselhável que em todas as relações haja o cuidado de usar contraceptivos seguros e ter atenção a qualquer outra via pela qual se possa ser infectado.
 
 

“Quais os sintomas da SIDA?”

 

 
 
“Tenho 18 anos e oiço falar muito da SIDA, e por isso gostaria de saber quais os sintomas desta doença.”
Adriano, Alhandra
 
Caro Leitor,
 
A Síndroma de Imunodeficiência Adquirida (SIDA) é manifestado por uma série de sintomas clínicos que aparecem como consequência de fragilidade do sistema imunológico, deixando o indivíduo vulnerável a infecções que seriam de outra forma inofensivas. Desta forma, os sintomas da SIDA podem ser variados, dependendo do estado do sistema imunológico do indivíduo, bem como de há quanto tempo foi infectado. Pouco após a infecção pelo vírus, ou seja, quando o indivíduo se torna HIV positivo, pode apresentar sintomas semelhantes aos sintomas da gripe, podendo depois passar vários anos sem apresentar quaisquer sintomas. Num estado mais avançado da doença o individuo desenvolve SIDA, na qual pode apresentar sintomas como falta de energia, diarreia e perda de peso, bem como Sarcoma de Kaposi, um tipo de cancro.

Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (SIDA)

 

 

 

 

O Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (SIDA) é manifestado por uma série de sintomas clínicos que aparecem como consequência da fragilidade do sistema imunológico, deixando o indivíduo vulnerável a infecções que seriam de outra forma inofensivas. Desta forma, os sintomas da SIDA podem ser variados, dependendo do estado do sistema imunológico do indivíduo, bem como de há quanto tempo foi infectado. Pouco após a infecção pelo vírus, ou seja, quando o indivíduo se torna HIV positivo, pode apresentar sintomas semelhantes aos sintomas da gripe, podendo depois passar vários anos sem apresentar quaisquer sintomas. Num estado mais avançado da doença o indivíduo desenvolve a chamada SIDA, na qual pode apresentar sintomas como falta de energia, diarreia e perda de peso, bem como “Sarcoma de Kaposi”, um tipo de cancro da pele. A esperança de vida de um indivíduo infectado com o vírus HIV varia bastante, podendo ir desde alguns meses até vários anos. Havendo mesmo pessoas que, apesar de serem HIV positivas, nunca chegam a desenvolver a doença. O vírus HIV é altamente contagioso e por isso a utilização do preservativo é fundamental na prevenção desta doença.