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Consultório de Sexologia

Profª Drª Helena Barroqueiro

Consultório de Sexologia

Profª Drª Helena Barroqueiro

“Tive um bebé e não me apetece ter relações sexuais…”

 

“Tenho 33 anos e fui mãe há 3 meses da minha primeira filha. Apesar de estar tudo bem comigo e com a bebé, deixei de ter qualquer vontade de ter relações sexuais. Embora o meu marido tenha sido muito compreensivo comigo sinto que já está a perder a paciência, mas esquivo-me de cada vez que ele tenta fazer amor comigo. É normal isto suceder? Será por estar a amamentar? O que posso fazer para evitar que suceda? Estou encantada com a minha filha mas não quero perder o meu marido.”

 

Teresa, Montijo

 

 

Cara leitora,

A sua situação não é fora do comum, especialmente para mães que estão a amamentar. Devido a estar a dar de mamar à sua filha, o seu corpo está constantemente a produzir oxitocina, que é uma hormona produzida também durante o acto sexual. Uma vez que o seu organismo já tem uma grande quantidade dessa hormona devido ao facto de estar a amamentar, é natural que o seu corpo não sinta necessidade de ter relações sexuais, e por isso nota em si uma ausência de desejo sexual. Uma vez que a sua filha comece a comer outro tipo de alimentos e deixe de mamar, você notará que o seu desejo vai voltar. Se, nessa altura, tal não acontecer é aconselhável que consulte o seu médico. Entretanto converse com o seu parceiro para que ele esteja a par do que se está a passar consigo, e para que possa perceber que não se trata de o estar a rejeitar ou de já não querer fazer amor com ele, mas sim de uma alteração hormonal.

 

Apatia sexual

“O que é a apatia sexual?

 

Gostava de saber o que é apatia sexual, pois tenho receio de sofrer desse problema uma vez que raramente tenho desejo ou vontade de fazer amor com o meu marido. Como posso identificar os sintomas ou manifestações? O que posso fazer para evitar que isto suceda?”

 

Cara leitora,

A  apatia sexual pode assumir várias formas diferentes, e ocorre quando a pessoa não se sente próxima ou íntima do seu par. Esta disfunção é mais comum do que pode pensar, sendo também designada de aversão sexual, desejo sexual inibido ou hipo activo. Há pessoas que sofrem desta disfunção que nunca tiveram qualquer desejo sexual, enquanto que há outras que tiveram desejo sexual no passado, mas que o perderam. Há pessoas que não sentem desejo pelo parceiro, enquanto outras não sentem desejo sexual de todo.

 

Por vezes aquilo que as pessoas consideram ser apatia sexual traduz-se por diferentes libidos entre os dois parceiros. O interesse e a expressão sexual é muito variável de pessoa para pessoa. Embora seja considerada uma disfunção e incomode algumas pessoas, há outras que convivem perfeitamente bem com o seu baixo desejo sexual. Sofrer de insónias, depressão e stress pode contribuir para a apatia sexual, assim como certos medicamentos e doenças, as mudanças hormonais ou até mesmo ter tido uma educação severa e repressiva.

 

Se desconfia que sofre de apatia sexual, em primeiro lugar é preciso saber se isso sempre lhe aconteceu ou se o passou a sentir com o seu marido, pois pode ser uma questão de diferenças entre as vossas libidos. Procure perceber o que fez com que fosse perdendo o apetite a este nível, e saiba que existem exercícios que a ajudam a recuperar o desejo.

 

A comunicação sincera com o parceiro é sempre o ponto de partida essencial, mas pode ser necessário pedir a ajuda de um terapeuta. Reserve tempo exclusivamente para a intimidade, aprenda a dominar o stress e a ansiedade. A variedade também é uma boa forma de recuperar o interesse pois muitas vezes a rotina e a previsibilidade desgastam a relação. Mudar de posição ou fazer amor em locais diferentes pode ser um truque simples para melhorar a vida sexual.

 

Acima de tudo, estar decidida a pedir ajuda para resolver este problema e a comunicação com o seu par são os factores essenciais para o ultrapassar.

 

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“O que é a apatia sexual?”

“Gostava de saber o que é apatia sexual, pois tenho receio de sofrer desse problema uma vez que raramente tenho desejo ou vontade de fazer amor com o meu marido. Como posso identificar os sintomas ou manifestações? O que posso fazer para evitar que isto suceda?”

 

Alice, Coimbra

Cara leitora,

A  apatia sexual pode assumir várias formas diferentes, e ocorre quando a pessoa não se sente próxima ou íntima do seu par. Esta disfunção é mais comum do que pode pensar, sendo também designada de aversão sexual, desejo sexual inibido ou hipo activo. Há pessoas que sofrem desta disfunção que nunca tiveram qualquer desejo sexual, enquanto que há outras que tiveram desejo sexual no passado, mas que o perderam. Há pessoas que não sentem desejo pelo parceiro, enquanto outras não sentem desejo sexual de todo. Por vezes aquilo que as pessoas consideram ser apatia sexual traduz-se por diferentes libidos entre os dois parceiros.  O interesse e a expressão sexual é muito variável de pessoa para pessoa. Embora seja considerada uma disfunção e incomode algumas pessoas, há outras que convivem perfeitamente bem com o seu baixo desejo sexual. Sofrer de insónias, depressão
e stress pode contribuir para a apatia sexual, assim como certos medicamentos e doenças, as mudanças hormonais ou até mesmo ter tido uma educação severa e repressiva. Se desconfia que sofre de apatia sexual, em primeiro lugar é preciso saber se isso sempre lhe aconteceu ou se o passou a sentir com o seu marido, pois pode ser uma questão de diferenças entre as vossas libidos. Procure perceber o que fez com que fosse perdendo o apetite a este nível, e saiba que existem exercícios que a ajudam a recuperar o desejo. A comunicação sincera com o parceiro é sempre o ponto de partida essencial, mas pode ser necessário pedir a ajuda de um terapeuta. Reserve tempo exclusivamente para a intimidade, aprenda a dominar o stress e a ansiedade. A variedade também é uma boa forma de recuperar o interesse pois muitas vezes a rotina e a previsibilidade desgastam a relação. Mudar de posição ou fazer amor em locais diferentes pode ser um truque simples para melhorar a vida sexual. Acima de tudo, estar decidida a pedir ajuda para resolver este problema e a comunicação
com o seu par são os factores essenciais para o ultrapassar.