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Consultório de Sexologia

Profª Drª Helena Barroqueiro

Consultório de Sexologia

Profª Drª Helena Barroqueiro

Dores e falta de vontade

Há 2 anos namoro com um rapaz e há 8 meses tivemos relações sexuais pela primeira vez. Correu bem e com muita cautela, fui ao medico antes, receitou-me exames e orientou-me sobre as sensações que possivelmente iria ter...
Eu já tomava anticoncepcional desde os meus 14 anos, porque a minha menstruação tem um fluxo muito forte. O meu namorado entretanto fez uma cirurgia e passamos mais de dezoito dias sem ter relações e quando o médico dele o permitiu de novo,  eu não sinto vontade nenhuma, nenhum desejo. Quando tentei forçar senti muitas dores e continuo a sentir e sinto que a minha vagina está com um odor diferente, com muito corrimento.
É normal eu sentir essa falta de interesse por ele? Gosto de ficar juntinhos, beijar abraçar, mas quando passa para a parte mais quente peço que pare e tenho vontade de chorar. Tenho medo que seja alguma infecção.
Luísa
 
Cara Luísa,
O seu caso apresenta tantas coisas que deve mesmo falar abertamente com o seu médico para melhor o esclarecer.
O facto de fazer contracepção é positivo, para ficar descansada quanto a possíveis gravidezes indesejadas, mas não a protege de contrair infecções sexualmente transmissíveis e isso pode ainda preocupá-la.
Não sei como reagiu às suas primeiras relações sexuais, se gostou, se se sentiu confortável, como ficaram depois. Não sei a causa da cirurgia do seu namorado e se pode relacionar-se com a sua falta de desejo. Também não sei se a vossa relação sofreu alguma mudança nesses dias em que não tiveram relações. Qualquer um destes factores pode influenciar o seu desejo sexual e a sua vontade de ter sexo.
Reflicta um pouco, sozinha ou acompanhada, sobre o que poderá estar a ter impacto nos seus sentimentos em relação à sexualidade.
No que toca a dores, odores e corrimento tem mesmo de fazer um diagnóstico presencial com um médico, pois pode ter desenvolvido apenas algumas bactérias vaginais (a vagina como mucosa tem uma flora vaginal que pode desequilibrar-se e dar tais sintomas), como pode ter sido infectada com uma infecção sexualmente transmissível e estar a reagir negativamente ao sexo por lhe causar dores.

Leia mais sobre desejo sexual feminino aqui: http://consultoriosexologia.blogs.sapo.pt/tag/desejo+sexual+feminino

“Não me apetece fazer amor!”

“Tenho 39 anos e sempre gostei de sexo, mas ultimamente não me apetece fazer amor. Tenho uma ótima relação com o meu marido mas já nem sequer consigo dormir ao seu lado, opto por dormir no sofá. Não me sinto mal mas sei que faço o meu marido sofrer.”

Carla, Odemira

 

 

Cara leitora,

As principais causas para a falta de desejo sexual nas mulheres são a entrada na menopausa, problemas de saúde e problemas na relação matrimonial. Parece-me que nenhum destes casos se aplica a si pois diz ter uma boa relação com o seu marido e não ter problemas de saúde. Pode dar-se o caso de ter iniciado o processo da menopausa, o que frequentemente causa dificuldades a este nível. O seu desinteresse sexual pode dever-se também à monotonia. Aconselho-a a experimentar coisas novas com o seu marido, tenham imaginação e criem fantasias. Se quiser pode também tomar um suplemento natural para repor a energia sexual, este pode ser tomado todos os dias e demonstra resultados após duas semanas. Trata-se de um produto que contém afrodisíacos naturais e não necessita de receita médica. Empenhe-se mais na vossa relação e verá que as coisas começarão a aquecer!

Desinteresse sexual masculino


Terminei há 2 semanas um namoro de quase 4 anos com a pessoa que amo, sobretudo devido à minha incapacidade de lhe dar o que ela pretendia: sexo e fazê-la sentir-se desejada. No início da nossa relação tudo corria bem, tínhamos relações sexuais com bastante frequência, o sexo era muito bom, mas isto durou apenas nos primeiros 5/6 meses. A partir daí, à medida que íamos ganhando mais intimidade um com o outro, o
desejo foi desaparecendo, cada vez menos tínhamos relações, até que recentemente chegámos a estar 3 ou 4 meses sem as fazer. Acho-a extremamente bonita e atraente, é uma pessoa que atrai a atenção dos outros homens pela sua beleza e sensualidade. A dificuldade para mim está em olhar para ela e vê-la como mulher que é, minha parceira, e desejá-la ao ponto de iniciar a relação sexual. Porque depois de a iniciarmos, normalmente sinto-me bem e o sexo é bom. Ela é uma pessoa com muita libido, e frequentemente tentava que tivéssemos sexo, mas eu sempre arranjava uma desculpa para que tal não acontecesse. No entanto em datas especiais (dia dos Namorados,aniversários, etc.) sempre conseguimos ter relações. Gostava de a recuperar e de mudar…O que posso fazer?

Bóris


Caro Bóris,

 
Não lhe posso dizer como recuperar a sua namorada – só o Bóris a conhece ao ponto de saber como pode reavivar a vossa relação. Posso dizer-lhe que os problemas de desejo sexual que descreve são cada vez mais frequentes, dado o estilo de vida stressante que muitos de nós tem hoje em dia, e os homens não são excepção. Uma das maneiras de os resolver é encontrar alguém que tenha um desejo semelhante ao nosso – a frequência varia muito de pessoa para pessoa e a complementaridade de um casal varia muito ao longo do tempo.
O desejo sexual, sendo uma das fases da resposta sexual humana, não é apenas espontâneo, como muita gente pensa. Pode surgir igualmente em resposta a estímulos que a pessoa considere excitantes, bonitos, românticos, adequados. O Bóris precisa de encontrar os seus. Pode fazê-lo com a ajuda de um especialista ou pode fazê-lo sozinho e em casal.
Não deixe de tentar, pois a sua tendência para não precisar de ter relações sexuais pode ser “contrariada” pelo hábito e pela aprendizagem de comportamentos sexuais saudáveis e adequados a si, que lhe estimulem uma maior frequência, não só de comportamentos como de pensamentos e de sentimentos.
Recomendo-lhe a ler, ver filmes, procurar coisas de cariz sexual para se manter activo e para se estimular, mesmo que não tenha relação. A masturbação é saudável e deve mantê-la na sua rotina. Procure informação na internet, imagens eróticas de que goste, leia romances (desde Mario Vargas Llosa a João Ubaldo Ribeiro), a banda desenhada de Manara, por exemplo, a revistas; escreva novelas eróticas com situações que considere excitantes... Descubra quais são os estímulos que fazem parte da sua sexualidade e dê largas à sua imaginação.
Se sentir que pode ainda beneficiar de terapia sexual, fique à vontade para nos contactar: nós damos consultas em Lisboa, com marcações através do número de telefone 21 318 25 91.

“Deixei de gostar de fazer amor com ele…”

 

“Olá, tenho dezanove anos e o meu namorado tem vinte e três. Estamos juntos há um ano e começámos a ter relações sexuais há cerca de seis meses. Contudo, ultimamente perdi o desejo de fazer amor com ele. Já não consigo ficar excitada como antes, quando ele me toca e me tenta excitar acabo sempre por afastá-lo porque fico irritada. Antes adorava que ele me fizesse sexo oral, agora causa-me nojo. Não sei como dizer-lhe isto, porque continuo a gostar dele…”

 

Tânia, Vilamoura

 

Cara leitora,

Em primeiro lugar e antes de falar com o seu namorado, é fundamental que consiga perceber o que se passa consigo e porque razão ache dessa forma perante algo que antes lhe proporcionava prazer. Tem andado mais stressada, por causa das aulas, exames, etc.? O vosso relacionamento continua a ser satisfatório para si? Ainda se sente atraída por ele? Começou a tomar a pílula ou outro método contraceptivo, e está ainda na fase de adaptação ao fármaco? Existem inúmeras razões para a perda de interesse sexual, sendo que a forma como o manifesta expressa algo muito mais intimo. Quando anda preocupada com outros assuntos é normal que sinta menos desejo sexual. Também pode acontecer continuar a gostar do seu namorado mas ter perdido o desejo por ele. A paixão esmorece com o tempo, por isso procure avaliar que tipo de sentimentos a ligam a esse rapaz. Será que não se transformou numa boa amizade, alguém por quem tem carinho, mas que já não ateia a chama da paixão? Reflicta, também, acerca daquilo que gosta a nível sexual, que tipo de estímulos prefere. Procure falar com o seu namorado acerca do que gosta e do que sente, ele também merece saber o que se passa na vossa relação.

“Perdeu o desejo quando engravidei…”

“Engravidei no ano passado e o meu marido deixou de ter relações sexuais comigo, mas mesmo antes disso já não era o que era, porque ele era uma pessoa que tinha sempre vontade de fazer amor.  Depois de ser mãe já tivemos relações, mas acho que ele deixou de ter desejo por mim, não sente vontade de o fazer, ele diz que me ama e gosta de mim, e não sei como resolver esta situação.”

 

Vânia, Corroios

 

Cara leitora,

 

A gravidez e o nascimento de uma criança podem alterar muito a vida de um casal. Só o seu marido lhe poderá dizer o que sente, mas fale com ele e esclareça as suas preocupações. O desejo sexual alimenta-se de pormenores que por vezes esquecemos na azáfama dos dias: podem estar mais
cansados que antigamente, ele pode não a querer pressionar por ser mãe (apesar de continuar a ser mulher), podem ter ainda a criança no vosso quarto e talinibi-lo… Há muitos factores que podem estar a influenciar a vossa vida sexual, comuniquem um com o outro, sem discussões nem exigências para que perceba quais estão a influenciar a vossa. Uma relação íntima evolui muito ao longo dos anos e tal não é negativo: ao início há mais desejo de proximidade e, depois, há um afastamento saudável que o amor permite por se sentirem seguros para viver as vidas independentemente, embora juntos. Não crie expectativas irrealistas sobre o vosso amor, que limitem as vivências novas que podem ainda experimentar. Boa sorte para a sua conversa e acredite no vosso casamento e na força da vossa família!

 

 

“Não tenho vontade de me satisfazer”

“Não tive qualquer tipo de relação sexual depois de me divorciar do meu ex-marido, há um ano, e nem sequer tenho vontade de me satisfazer sexualmente. Será que há algo de errado comigo?”

Paula, Coimbra

Cara Leitora,

O facto de não ter relações sexuais e de não lhe apetecer satisfazer-se através da masturbação não é motivo para se preocupar. Deve fazê-lo apenas se e quando se sentir estimulada para tal. Não se deve sentir diferente ou menos “normal”, pois tudo decorre dentro da normalidade. Há muitas pessoas que julgam que não ter uma vida sexual activa é um motivo para preocupações, e que é prejudicial à saúde, mas tais pensamentos estão completamente errados. Não entre em pânico e tente levar a sua vida de uma forma normal. É claro que, como se sente emocionalmente abalada devido ao divórcio, o seu apetite sexual está mais reduzido. Neste sentido, dê tempo ao tempo e quando tiver a sua vida amorosa reestruturada verá que, com toda a certeza,
irá recuperar o interesse sexual.  

O desejo normal do casal

Eu estou com a minha parceira há 10 anos  e tínhamos uma vida sexual activa. Nos últimos 3 anos mudou tudo e é raro termos sexo, já lhe perguntei a razão e diz que é só cansaço. Esta situação é normal?
Rogério
Caro Rogério,
O cansaço influencia realmente a sexualidade, no geral, e o desejo, no particular. Algumas pessoas conseguem lidar com o cansaço de forma a que o casal funcione harmoniosamente a nível sexual, apesar de o sentirem e diminuírem o seu desejo espontâneo, aquele que “surge do nada”. Para outras é mais difícil contrariar os pedidos da fadiga de descanso, pouca actividade ou conversa. Não posso dizer-lhe se é ou não normal, pois tudo depende de cada pessoa e de cada casal – os números da frequência das relações sexuais variam muito em cada pessoa e ao longo do tempo. Têm os dois de encontrar o meio-termo que vos satisfaz melhor, que vos deixa próximos e felizes na vossa relação.
Há uma coisa que pode fazer para ajudar a sua namorada: se vivem juntos, pode oferecer-se para partilhar tarefas em casa, que costumam fazer o “segundo emprego” das mulheres, que até nem sabem pedir ajuda aos parceiros para ficarem menos “cansadas”.
Por vezes não é só o cansaço que leva à redução do desejo de ter relações sexuais, mas outros problemas e preocupações, no trabalho, na família, na própria relação, por exemplo, que deixam a sua marca na sexualidade e no prazer.
Tente conversa com a sua namorada, perceber o que a preocupa e como a pode ajudar. Mostre-lhe tranquilamente como é importante para si ter relações sexuais mais frequentes e encontrem entre vós actividades que vos dêem prazer, independentemente do sexo: tomar banhos de imersão juntos, ir ao cinema, jantares românticos, passeios de fim-de-semana – verá que esta partilha de tempo de qualidade pode aumentar o desejo da sua parceira.
Se perdurar a falta de desejo sexual podem consultar ainda um especialista em sexologia, que vos ajude mais especificamente no tratamento desta dificuldade. As nossas as nossas consultas podem ser marcadas em 21 318 25 91 e têm lugar no Saldanha, em Lisboa.

Depressão e Desejo sexual

Sou casado há 14 anos e de há um ano para cá a minha mulher desinteressou-se de vez de ter sexo. Ela tem problemas de depressão, toma anti-depressivos (fluoxetina e rivotril), mas pelo menos uma vez por mês sentia vontade de fazer sexo, mas agora não quer deixar nem que lhe toque, já conversei com ela, expliquei que devido aos problemas que ela já passou devia procurar um médico. Será que ela esta com problemas hormonais? E se ela for fazer uma reposição hormonal será que melhora? Ela também disse que hormonas causam cancro (devido familiares terem morrido de cancro). É verdade?
Filipe
Caro Filipe,
O seu email levanta várias questões: se a terapêutica de substituição hormonal causa cancro e porque terá a sua mulher um baixo desejo sexual.
Em primeiro lugar, a depressão e a medicação que a sua mulher toma causam realmente falta de desejo sexual. Pode tentar pedir-lhe que peça ao seu médico que lhe prescreva novos medicamentos, mas terá de ser paciente em relação à progressão da doença e do tratamento desta.
Neste sentido, a causa de tão baixo desejo sexual não é hormonal, mas sim emocional e da terapêutica anti-depressiva. A terapia de substituição hormonal faz-se na menopausa, quando os sintomas desta causam desconforto nas mulheres. Mais uma vez terá de ser o ou os médicos que fazem o seguimento da sua esposa a avaliarem a necessidade de tal, em conjunto com ela. Os riscos de cancro desta terapêutica não são medicamente significativos, por isso ela é recomendada em algumas mulheres. Só um técnico de saúde poderá receitar e avaliar a necessidade ou risco para a saúde e herança genética.
Tente agradar-lhe com coisas que ela gosta… criar ambientes românticos, preparar-lhe um banho de imersão de surpresa, escrever-lhe cartas de amor – o que a sua imaginação conseguir inventar e muito mais! Veja o nosso blog para mais sugestões.

Desejo Sexual no casal

 

 

Estou casada há 2 anos e tenho 27 anos. O meu marido tem 31 anos e desde há um ano que tem falta de apetite sexual, ou seja, temos relações muito menos vezes do que tinhamos. Pior do que isso é que começo a sentir-me bastante frustrada e farta desta situação pois ele nem sequer quer consultar um especialista. Que devo fazer?

Vânia

Cara Vânia,
O desejo sexual num casal nem sempre surge nas mesmas ocasiões e do mesmo modo. Tem de falar positivamente com o seu marido sobre o que aconteceu desde há um ano para que o desejo dele se tenha alterado: problemas no trabalho? Horários diferentes? Relação alterada?... Pode ser muito difícil para um homem admitir que tem menor desejo sexual que a sua mulher, por isso seja cautelosa no seu discurso, para que consigam aproximar os vossos desejos de aproximação, em vez de se afastarem. Há o mito errado de os homens estão sempre prontos para ter sexo, pelo que ele pode estar a sofrer bastante com esta situação, sem saber resolvê-la. Não seja agressiva nem exigente, mas sim criativa e imaginativa nos modos de o seduzir!
Seria desejável consultarem um especialista da sexologia, mas não lhe exija tal, pois pode tornar até a ideia muito negativa… Peça-lhe que experimente consigo, que podem ir os dois e que o fazem pela relação e pelo vosso futuro.
Veja outros posts sobre desejo sexual para mais sugestões!

Tema de hoje: menopausa

Estou casado há 20 anos e desde há algum tempo que não tenho relações sexuais com a minha mulher, apesar de a amar muito e ela a mim. A minha mulher tem sintomas depressivos (em acompanhamento médico) e apresenta sinais de entrada na menopausa (tem 44 anos), recusa assumir, perante os próprios médicos, a sua não apetência para uma vida sexual, é extremamente clássica e muito ortodoxa no que diz respeito a uma vida sexual.
Eu amo a minha mulher, eu respeito-a como pessoa, tento tudo para que a vida em casal seja o mais linear e feliz possível e, apenas queria que o nosso relacionamento fosse mais completo e feliz para ambos, tanto mais que ambos caminhamos para um momento da vida em que cada vez mais estaremos apenas os dois, dependentes apenas um do outro.
Francisco
Caro Francisco,
Actualmente, como a sua esposa está deprimida e em tratamento devo dizer-lhe que a diminuição do desejo é devida à doença e aos tratamentos anti-depressivos Enquanto essa situação persistir a sexualidade da sua mulher dificilmente mudará, mas devem falar com o médico que a acompanha para tentarem uma outra medicação.
A menopausa pode ter efeitos igualmente na sexualidade da sua mulher, pois algumas mulheres sentem-se diminuídas pela perda da capacidade reprodutiva e mesmo fisicamente a lubrificação vaginal é mais difícil e pode levar a algumas dores. Compre lubrificantes para experimentar nas relações sexuais com ela, para resdolver este problema, se ela o tiver.
Quando refere estar disposto a tudo para a seduzir e melhorar a vossa vida sexual tem de ter em conta a abertura da sua mulher à descoberta da sua sexualidade. Posso recomendar-lhe banhos de imersão, leituras eróticas (desde Mário Vargas Llosa à banda desenhada de Manara), filmes eróticos (Nove Semanas e Meia, filmes pornográficos com histórias do vosso agrado), viagens a destinos paradisíacos, descobertas de produtos eróticos de sexshops… Mas tem de haver uma certa abertura a tais planos e só o Francisco pode saber se a sua mulher a terá.
O acompanhamento sexológico seria igualmente desejável, por isso contacte-nos pelo telefone 21 318 25 91.