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Consultório de Sexologia

Profª Drª Helena Barroqueiro

Consultório de Sexologia

Profª Drª Helena Barroqueiro

Acho que tenho Herpes Genital!

Tenho 34 anos e sou solteiro. Na semana passada tive umas feridas no pénis que nunca tinha tido, não sei se se trata de herpes genital, pois tive relações sexuais com um rapaz pela primeira vez e não utilizei preservativo.

 

Nuno, Lisboa

 

Caro leitor,

O Herpes genital é altamente contagioso, especialmente se houver a prática sexual sem a utilização do preservativo. A pessoa que tem herpes genital não deve ter relações sexuais quando tem feridas no pénis ou na vagina, mesmo com preservativo, pois existe sempre o risco de contagiar o parceiro. Por isso, se acha que existe a possibilidade de ter contraído essa infecção, consulte o seu médico para que possa receber tratamento, no entanto tenha em conta que apesar de haver tratamento para os sintomas, não existe cura, por isso há que ser muito cuidadoso de futuro para evitar o contágio de outros parceiros. Peça ao seu médico que lhe receite um comprimido que existe agora no mercado que, quando tomado uma vez por mês, ou quando sente que vai ter uma maior incidência da doença, evita o aparecimento de sintomas o que faz com que a vivência com a infecção seja mais fácil.

“Quais são as DST?”

 

Iniciei a minha vida sexual há pouco tempo, e apesar de utilizar preservativo estou preocupado. Gostava de saber exactamente quais são as Doenças Sexualmente Transmissíveis mais comuns, para além da SIDA.
Mário, Montemor-o-Novo
 
 
Caro Leitor,
Efectivamente a SIDA é a doença que mais é divulgada, no momento, como antes tinha sido a Sífilis. Quando diagnosticada e tratada em tempo útil, pode evitar-se o contágio de qualquer DST a outras pessoas, e consequentes problemas de saúde. Os sintomas de qualquer DST são, em alguns casos, difíceis de detectar, assim deverá ser efectuado sempre o rastreio ao nível da saúde sexual, mesmo se não evidenciar qualquer sintoma. Se por acaso pensar que foi infectado, o melhor será dirigir-se ao médico, pois não deverá deixar uma infecção destas por tratar, correndo o risco de originar mais problemas e complicações. As DST que se verificam com maior frequência são: o HIV, que conduz à SIDA; as Verrugas Genitais, pequenos e duros inchaços que aparecem junto aos órgãos genitais; o Herpes Genital, semelhante ao cieiro habitual da boca e dos lábios; a Gonorreia que, tanto em homens como em mulheres, poderá ser evidenciada por sensação de ardor ao urinar, só se trata com penicilina; a Sífilis a qual deverá ser detectada logo na fase inicial, pois poderá afectar a saúde de todo o organismo podendo mesmo levar à morte; a Clamídia ou Uretite não específica, na qual os sintomas são semelhantes aos da Gonorreia; a Tricomoníase que é causada por um parasita e que provoca infecções do tracto urinário; a Pediculose Púbica que é causada por piolhos, os quais provocam uma comichão intensa na zona púbica; a Vaginite que, geralmente, é causada por uma bactéria devido à falta de higiene adequada da mulher. Como tal, deverá estar atento a quaisquer sinais fora do normal, tanto em si como no seu parceiro, de modo a que sejam tratados na fase inicial. Claro está que a melhor técnica a adoptar será o sexo seguro, isto é, cada vez que tiver relações sexuais, o melhor caminho para a prevenção será o uso regular do preservativo.

“ A SIDA é uma doença sexualmente transmissível. Que outras doenças desse tipo existem?”

Tenho algumas dúvidas sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis, isto porque a que mais é divulgada é a SIDA. Quantas existem e quais são as que se manifestam com maior frequência?

 

Anabela, Barreiro

 

 

Cara leitora,

 

Efectivamente a SIDA é considerada a mais dominante de todas as DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) no momento, como antes tinha
sido a Sífilis. Qualquer DST, quando diagnosticada e tratada em tempo útil, pode evitar o contágio a outras pessoas / parceiros, e consequentes problemasde saúde. Os sintomas das DST são, em alguns casos, difíceis de detectar e por esta razão deverá ser efectuado sempre o rastreio ao nível da saúde sexual, mesmo se não evidenciar qualquer sintoma. Se achar, por qualquer razão, que foi infectada, o melhor será dirigir-se ao médico, pois não deverá deixar uma infecção destas por tratar, correndo o risco de originar mais problemas e complicações. As DST que se verificam com maior frequência são: o HIV, que conduz à SIDA; as Verrugas Genitais, pequenos e duros inchaços que aparecem junto aos órgãos genitais; o Herpes Genital, semelhante ao cieiro habitual da boca e dos lábios; a Gonorreia que, tanto em homens como em mulheres, poderá ser evidenciada por sensação de ardor ao urinar, sendo unicamente tratada com penicilina; a Sífilis, a qual deverá ser detectada logo na fase inicial, pois poderá afectar a saúde de todo o organismo podendo até mesmo levar à morte; a Clamídia ou Uretite não específica, em que os sintomas são semelhantes aos da Gonorreia; a Tricomoníase, causada por um parasita e que provoca infecções do tracto urinário; a Pediculose Púbica que é causada por piolhos, os quais provocam uma comichão intensa na zona púbica; a Vaginite que, geralmente, é causada por uma bactéria devido à falta de higiene adequada da mulher. Como tal, deverá estar atenta a quaisquer sinais fora do normal, tanto em si como no seu parceiro, de modo a que sejam tratados na fase inicial. Claro está que a melhor técnica a adoptar será o sexo seguro, isto é, cada vez que tiver relações sexuais, o melhor caminho para a prevenção será o uso regular do preservativo.

“O preservativo protege contra o herpes genital?”

 

 
“Tenho uma dúvida que me tem deixado inquieta. O meu namorado teve herpes genital há dois meses. Evitámos durante esse período ter relações sexuais. Todavia, houve uma vez em que não resistimos e fizemos amor, mas utilizámos o preservativo. É possível transmitir o vírus mesmo usando o preservativo?
Carla, Sesimbra
 
 
 
Cara leitora,
 
O herpes genital é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns e é causada por um vírus. Embora a probabilidade de a sua transmissão usando o preservativo ser reduzida, o contágio do parceiro não está fora de questão, porque durante o contacto sexual (vaginal, anal ou oral) as áreas que se encontram desprotegidas estarão em contacto directo com a pele de ambos. Todavia, para que seja possível a transmissão é necessário que o vírus esteja activo. Os sintomas mais salientes são bolhas, ardor, comichão e dor. É importante ter em conta que este vírus pode voltar a reaparecer no corpo do seu portador, uma vez que o herpes não tem uma cura definitiva. Assim, é essencial ter bastante cuidado na coordenação da vida sexual e seguir escrupulosamente as indicações médicas de forma a salvaguardar o bem-estar de quem é portador do vírus e a integridade física do parceiro. Como curiosidade, informo-a que as mulheres são mais susceptíveis a este tipo de doenças.

“Terei herpes genital?”

 

Há algum tempo que tenho uma vermelhidão e sinto ardor no pénis. Será que tenho Herpes Genital?"

Alexandre, Coimbra

 

Caro leitor,

É possível que se trate de Herpes Genital, pois esta doença causa os sintomas que descreve. Herpes provoca também febre e dor muscular, principalmente na primeira vez que se manifesta. Ao contrário de outras doenças transmitidas sexualmente a Herpes não tem cura, podendo o aparecimento de sintomas ser controlado através de medicação, mas o vírus permanece para sempre no organismo. Por isso é fundamental que use um preservativo “sempre” que tiver relações sexuais, caso contrário contagiará a sua parceira ou parceiro. É melhor consultar o seu médico o mais rápido possível para ter certeza do que se trata.

 

Tenho Herpes Genital e não sei se posso ter relações sexuais novamente

“Tenho 26 anos e uma vida sexual activa. No entanto, recentemente comecei a ter sintomas estranhos e fui ao médico, que me diagnosticou herpes genital. Estou com receio de contagiar uma parceira, apesar de não ter namorada envolvo-me regularmente com raparigas que conheço. Tendo herpes genital posso ter relações sexuais novamente? Agradeço que me esclareça pois não me imagino a viver sem ter relações sexuais.”

 

Paulo, Vila Franca de Xira

 

Caro leitor,

O facto de ter contraído o vírus da Herpes Genital é uma situação bastante desconfortável, mas não faz com que a sua vida sexual tenha chegado ao fim. Compreendo que não seja fácil falar com outras pessoas a respeito deste problema, e muito menos com uma possível parceira, mas é essencial que o faça para preservar a saúde das pessoas com quem se envolve a nível sexual e a sua própria saúde. Existem alguns cuidados que deve ter assim que decida recomeçar a sua vida sexual. Deve utilizar sempre um preservativo, mesmo com uma parceira que conheça bem, pois dessa forma diminui as probabilidades de passar o vírus. É também muito importante que cesse qualquer tipo de contacto sexual assim que note que tem feridas, pois é nesse período que você está mais contagioso. O médico pode (se ainda não o fez) prescrever-lhe medicação que lhe permita reduzir a frequência de incidência do vírus, diminuindo as probabilidades de contágio. Desde que tenha em atenção estes cuidados, não há nada que o impeça de ter uma vida sexual activa e normal.

“Será que mesmo com o uso do preservativo se transmite o herpes genital?”

“Tive herpes genital há algum tempo e comecei um novo relacionamento agora, e não queria que o meu companheiro contraísse herpes. Será que é suficiente o uso do preservativo?”

Alexandra, Vila Nova de Mil Fontes

Cara leitora,

O herpes genital é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais conhecidas e é causada por um vírus. Embora a probabilidade da sua transmissão com o uso do preservativo seja mais reduzida do que na ausência do preservativo, o contágio do parceiro não está fora de questão. Isto deve-se ao facto de que durante o contacto sexual, seja este vaginal, anal ou oral, as áreas que se encontram desprotegidas estarão em contacto directo com a pele de ambos. Contudo, para que seja possível a transmissão do vírus do herpes é necessário que o vírus esteja activo. Os sintomas mais evidentes são o surgimento de bolhas, ardor, comichão e dor. É importante ressaltar que este vírus pode reaparecer no corpo do seu portador, uma vez que o herpes não tem uma cura definitiva. Assim, é essencial ter bastante cuidado na coordenação da vida sexual e seguir escrupulosamente as indicações do seu médico ginecologista de forma a salvaguardar o bem-estar de quem é portador do vírus e a integridade física do parceiro.

“O Herpes genital transmite-se mesmo com preservativo?”


 

“Tenho uma dúvida que me tem deixado inquieta. O meu namorado teve herpes genital há dois meses. Evitámos durante esse período ter relações sexuais. Todavia, houve uma vez em que não resistimos e fizemos amor, mas utilizámos o preservativo. É possível transmitir o vírus mesmo usando o preservativo?

 

Carla, Sesimbra

 

 

 

Cara leitora,

O herpes genital é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns e é causada por um vírus. Embora a probabilidade de a sua transmissão usando o preservativo ser reduzida, o contágio do parceiro não está fora de questão, porque durante o contacto sexual (vaginal, anal ou oral) as áreas que se encontram desprotegidas estarão em contacto directo com a pele de ambos. Todavia, para que seja possível a transmissão é necessário que o vírus esteja activo. Os sintomas mais salientes são bolhas, ardor, comichão e dor. É importante ter em conta que este vírus pode voltar a reaparecer no corpo do seu portador, uma vez que o herpes não tem uma cura definitiva. Assim, é essencial ter bastante cuidado na coordenação da vida sexual e seguir escrupulosamente as indicações médicas de forma a salvaguardar o bem-estar de quem é portador do vírus e a integridade física do parceiro. Como curiosidade, informo-a que as mulheres são mais susceptíveis a este tipo de doenças.

 

“O Herpes genital transmite-se mesmo com preservativo?”

 

 “Tenho uma dúvida que me tem deixado inquieta. O meu namorado teve herpes genital há dois meses. Evitámos durante esse período ter relações sexuais. Todavia, houve uma vez em que não resistimos e fizemos amor, mas utilizámos o preservativo. É possível transmitir o vírus mesmo usando o preservativo?

Carla, Sesimbra

 

 

 

Cara leitora,

O herpes genital é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns e é causada por um vírus. Embora a probabilidade de a sua transmissão usando o preservativo ser reduzida, o contágio do parceiro não está fora de questão, porque durante o contacto sexual (vaginal, anal ou oral) as áreas que se encontram desprotegidas estarão em contacto directo com a pele de ambos. Todavia, para que seja possível a transmissão é necessário que o vírus esteja activo. Os sintomas mais salientes são bolhas, ardor, comichão e dor. É importante ter em conta que este vírus pode voltar a reaparecer no corpo do seu portador, uma vez que o herpes não tem uma cura definitiva. Assim, é essencial ter bastante cuidado na coordenação da vida sexual e seguir escrupulosamente as indicações médicas de forma a salvaguardar o bem-estar de quem é portador do vírus e a integridade física do parceiro. Como curiosidade, informo-a que as mulheres são mais susceptíveis a este tipo de doenças.

Herpes genital

Gostaria de saber se o herpes genital pode ser provocado por stress, e quanto tempo depois do 1º aparecimento pode ser mantida relação sexual sem risco de contágio do parceiro e quanto tempo a herpes demora para cicatrizar?
Daniela
Cara Daniela,
Os surtos de herpes genital podem surgir efectivamente em fase de maior stress emocional, mas também durante a menstruação, quando o organismo está debilitado pela ocorrência de outras infecções, se a pessoa está mais cansada, ou por traumatismo da área genital nas relações sexuais. Em situações de herpes genital recorrente (o que é diferente do primeiro surto) e com tratamento, as lesões ou vesículas costumam desaparecer em 8 a 10 dias. Durante este período não se aconselham as relações sexuais pois o risco de infectar é maior. Note-se que por vezes o surto começa e a pessoa não se apercebe, podendo transmitir ao seu parceiro inadvertidamente.
Fale com um médico sobre este assunto, pode ser também numa consulta de planeamento familiar, e esclareça as suas dúvidas a fundo – não há razões para se manter preocupada, o herpes é uma infecção sexualmente transmissível muito comum e os parceiros são compreensivos sobre os cuidados a ter – o preservativo é um deles e devem evitar-se os contactos entre as peles ou mucosas infectadas, como as genitais.