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Consultório de Sexologia

Profª Drª Helena Barroqueiro

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Profª Drª Helena Barroqueiro

Segredos do orgasmo

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Não há receitas infalíveis para o prazer, pois cada pessoa segue um percurso único e pessoal. Dê largas à imaginação e liberte-se, experimente variar os toques, as pressões e o tipo de carícias e descubra o que lhe proporciona prazer e de que forma.

 

Algumas mulheres gostam mais de se masturbar com um vibrador, com a palma da mão, uma almofada… pode, ainda, experimentar massajar esta zona com água tépida quando está no chuveiro, masturbando-se no duche, para explorar novas formas de desfrutar do prazer.

 

 Quanto mais excitada estiver e quanto mais desejar o orgasmo mais forte ele será. De um modo geral, os orgasmos durante a masturbação são mais intensos do que com a penetração, porque com o pénis dentro da vagina esta não consegue contrair-se tanto nos espasmos de prazer.

“Tenho medo do sexo anal…”

“Tenho quase 23 anos de casamento e nunca tive relações anais, pois tenho medo. O meu marido gostaria de praticar, mas tenho receio que seja doloroso. O ânus não ficará, ao fim de algumas relações, demasiado largo, podendo trazer problemas irreversíveis?

Luísa, Loures

Cara leitora,

Passados tantos anos de casamento é normal que o seu marido queira inovar a nível sexual através da prática de sexo anal, e é também normal que a leitora se sinta nervosa a respeito desta prática. O sexo anal não causa dor se for feito de forma correta, a pessoa deve estar descontraída, e deve ser dada atenção aos preliminares. Se decidir experimentar sexo anal deve praticá-lo apenas quando sentir que está preparada e deve utilizar um gel lubrificante, o seu marido deve começar por introduzir apenas o dedo no seu ânus e nunca o pénis, e apenas após a leitora se sentir confortável com essa prática pode avançar para a penetração gradual do pénis. A penetração deve ser feita devagar e sempre com a utilização de gel lubrificante. Quanto à sua dúvida se a prática de sexo anal pode danificar os músculos do ânus, se essa prática for regrada e praticada corretamente, não haverá quaisquer problemas. As únicas situações nas quais pode haver lesão dos músculos, é se o recetor não estiver descontraído e houver uma penetração brusca, o que geralmente acontece em casos de sexo não consentido ou se foram introduzidos no ânus objetos extremamente grandes.

Disfunções sexuais

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Não existem dúvidas, o seu prazer sexual pode ser afetado por diversas disfunções sexuais, que podem causar dor ou algum sofrimento psicológico.

Muitas mulheres, passam uma vida inteira a pensar que o seu desempenho na intimidade é fraco ou diferente, mas aquilo que não entendem é que as suas respostas aos estímulos sexuais podem não ser mais melhores, simplesmente porque sofrem de um problema físico ou psicológico, que pode ser perfeitamente tratado.

Vaginismo, dispareunia, anorgasmia ou desejo sexual hipoativo são alguns dos problemas que se podem manifestar na mulher. Para resolvê-los basta que procure a resolução para eles, junto de algum terapeuta sexual ou do seu ginecologista.

 

Os mais usuais:

Desejo sexual hipoativo (falta de prazer no ato sexual): Não existe ou diminui o desejo e as fantasias sexuais.

Aversão sexual (fobia no ato sexual): Existem sentimentos de repulsa pelo parceiro, na intimidade, acompanhados de alguma ansiedade e medo.

Transtorno de excitação (frigidez): Existe uma capacidade quase permanente de manter a lubrificação vaginal até ao final do ato sexual. A mulher tem também falta de excitação.

Anorgasmia (inibição do orgasmo): Mesmo após um estímulo sexual adequado, a mulher pode não conseguir atingir o orgasmo.

Dispareunia: É a dor genital que a mulher sente durante um ato sexual, desde que não existam outros fatores como nódulos ou infeções.

Vaginismo: Quando existe uma contração permanente dos músculos da vagina que impedem a penetração pelo pénis.

Disfunção sexual devido a uma condição médica: Quando existem outras doenças, como por exemplo a diabetes que fazem com que o desejo sexual diminua.

Disfunção sexual induzida por substâncias: Quando existe diminuição do desejo sexual devido à ingestão de algumas substâncias orgânicas, como por exemplo, antidepressivos.

Circuncisão ou não, eis a questão?

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Mesmo nos tempos que correm ainda existem muitas mulheres que não percebem o que realmente é a circuncisão masculina, não entendendo também por que razão deve ser realizada nos homens.

 

Na realidade, a circuncisão nada mais é do que uma intervenção cirúrgica que permite remover o prepúcio, ou seja, a pele que cobre a glande do pénis.

 

A tradição de fazer esta intervenção nos homens é já muito antiga, mas na verdade pode prevenir alguns problemas nos órgãos genitais, como infecções urinárias, inflamações no pénis, etc e corrige ainda a fimose (incapacidade que um homem tem de expor a sua glande), reduz o risco de doenças sexualmente transmissíveis, pois permite uma higiene mais cuidada.

 

A circuncisão pode ser realizada durante a infância ou já numa fase adulta, e aí tudo depende das queixas que o indivíduo tenha.

 

Se já colocou, muitas vezes, a questão de tentar perceber se um homem é ou não circuncisado basta reparar se o seu pénis, quando não está erecto, possui a pele (prepúcio) que cobre a glande deste órgão. Neste caso, não terá feito a intervenção, caso contrário, a pele não cobre a glande do pénis, é porque foi circuncisado em algum momento da sua vida.

Qual a diferença entre um orgasmo vaginal e um orgasmo clitoriano?

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"Sou um homem apaixonado pelas mulheres e procuro dar sempre o máximo de prazer às minhas companheiras. Ouvi dizer que as mulheres podem ter orgasmos vaginais e clitorianos, e gostava de saber qual é a diferença entre eles!"

Paulo - Coimbra

 

Caro leitor,

Essa sua preocupação em procurar compreender o corpo das suas companheiras para lhes proporcionar o máximo de prazer é bastante positiva e contribui para que qualquer relação seja melhor. Os orgasmos clitorianos distinguem-se dos vaginais em primeiro lugar pelo tipo de estimulação física que a eles conduz, e naturalmente também à parte do corpo que envolvem. O orgasmo vaginal surge pela estimulação da vagina através da penetração, quer seja feita com o pénis, com a mão ou com um brinquedo sexual, e acontece quando não há qualquer estimulação do clítoris. Contudo, a vagina contém poucas terminações nervosas, e como tal não produz um orgasmo sozinha. Assim, em vez de pensar no clítoris e na vagina como partes separadas, veja-os como parte de uma teia de músculos e terminações nervosas. De facto, o clítoris estende-se e rodeia a vagina, a uretra e o ânus. Em vez de pensar nos orgasmos como vaginais ou clitorianos faz mais sentido pensar nas sensações que o acompanham. Afinal de contas, um orgasmo é sempre um orgasmo!

“O meu pénis é curvado!”

“Olá, tenho 36 anos e uma característica física que me incomoda. O meu pénis curva para a esquerda e ligeiramente para cima, algo com que não me sinto confortável pois tenho receio que as mulheres com quem me envolvo achem o meu pénis estranho e pouco atraente. Existe algo que eu possa fazer para mudar o formato do meu pénis sem ter de recorrer a uma intervenção cirúrgica?”

 

Vasco, Barcarena

 

Caro leitor,

Não tem de ficar tão preocupado com a sua característica física, pois é bastante normal que o pénis faça uma certa curvatura, que pode ser mais ou menos acentuada, evidenciando-se mais quando o pénis está ereto. O desenvolvimento dos músculos na base do pénis, a pele e os tecidos combinam-se de forma a criar curvas e formas que variam de homem para homem. Em alguns casos a curva pode ir “endireitando” com a idade, naturalmente. Deve apenas preocupar-se no caso de a sua ereção ser dolorosa para si ou de a penetração provocar dor na sua parceira, ou de ser de algum modo desconfortável. Por uma questão estética, apesar de haver à venda alguns “comprimidos milagrosos” no mercado, não deve por em causa a sua saúde pois os resultados podem não ser como espera. Aprenda a aceitar e a desfrutar dessa característica que o faz ainda mais único e especial.

O bê-a-bá do sexo oral

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1 - Dispa-lhe as cuecas ou boxers com cuidado, puxando suavemente para baixo enquanto lhe vai mordiscando a pele das virilhas e do interior da coxa.

2 – Segure o pénis pela base, com a mão, de forma firme mas sem apertar.

3 – Explore diferentes movimentos, lambendo-o de baixo para cima e no sentido inverso, usando a totalidade da língua ou apenas a ponta.

4 – Páre em diversos pontos e chupe suavemente, mordisque, desenhe círculos com a língua. Deixe que as suas próprias sensações a guiem.

5 – Alterne movimentos lentos com outros mais rápidos e ávidos.

6 – Quando ele já estiver bastante excitado, introduza a cabeça do pénis na boca e acaricie-a com a língua em movimentos vigorosos, subindo e descendo como se estivesse a chupar um Calippo delicioso.

7 – Acompanhe com a mão, agarrando o pénis e subindo e descendo ao ritmo da excitação.

8- Continue a alternar os movimentos, alterne as carícias na cabeça do pénis com outras na base e no freio. Use os lábios e a língua, seja mais cuidadosa quando usar os dentes. Não esteja sempre focada num ponto, é muito mais excitante se deixar o pénis por breves instantes para mordiscar, beijar e lamber as coxas e virilhas, para voltar depois ao "cerne da questão". Não tenha medo de chupar com vigor quando ele está já bastante excitado, mas tenha muito cuidado para não o aleijar com os dentes.

9 – Alguns homens gostam que lhes acaricie os testículos com a mão enquanto lhe faz sexo oral, mas seja cuidadosa pois são órgãos muito sensíveis.

10 – Quando ele estiver quase a ter um orgasmo, olhe-o fixamente nos olhos enquanto a sua boca o mima.

O bê-a-bá do sexo oral

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1 - Dispa-lhe as cuecas ou boxers com cuidado, puxando suavemente para baixo enquanto lhe vai mordiscando a pele das virilhas e do interior da coxa.

2 – Segure o pénis pela base, com a mão, de forma firme mas sem apertar.

3 – Explore diferentes movimentos, lambendo-o de baixo para cima e no sentido inverso, usando a totalidade da língua ou apenas a ponta.

4 – Páre em diversos pontos e chupe suavemente, mordisque, desenhe círculos com a língua. Deixe que as suas próprias sensações a guiem.

5 – Alterne movimentos lentos com outros mais rápidos e ávidos.

6 – Quando ele já estiver bastante excitado, introduza a cabeça do pénis na boca e acaricie-a com a língua em movimentos vigorosos, subindo e descendo como se estivesse a chupar um Calippo delicioso.

7 – Acompanhe com a mão, agarrando o pénis e subindo e descendo ao ritmo da excitação.

8- Continue a alternar os movimentos, alterne as carícias na cabeça do pénis com outras na base e no freio. Use os lábios e a língua, seja mais cuidadosa quando usar os dentes. Não esteja sempre focada num ponto, é muito mais excitante se deixar o pénis por breves instantes para mordiscar, beijar e lamber as coxas e virilhas, para voltar depois ao "cerne da questão". Não tenha medo de chupar com vigor quando ele está já bastante excitado, mas tenha muito cuidado para não o aleijar com os dentes.

9 – Alguns homens gostam que lhes acaricie os testículos com a mão enquanto lhe faz sexo oral, mas seja cuidadosa pois são órgãos muito sensíveis.

10 – Quando ele estiver quase a ter um orgasmo, olhe-o fixamente nos olhos enquanto a sua boca o mima.

O prazer dos afrodisíacos

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Para assegurar a sobrevivência das nossas espécies, a questão do sexo e da comida são as necessidades básicas humanas. A procura da felicidade erótica, e a caça de substâncias que promovam isso, é uma área tão antiga como o aparecimento da civilização.

 

Mostrarei como identificar afrodisíacos que estão cientificamente provados e a conduzi-lo a criar deliciosas refeições afrodisíacas, rápidas, simples e fáceis, para que tenha muito tempo e energia para a sobremesa. Também incluímos comidas que são historicamente conceituados para melhorar o desempenho sexual, mas ainda não passaram pela rigorosa avaliação cientifica.

 

Cozinhar e comer é como fazer amor. Os mesmos cheiros e sensações, vista, sabor, ouvir e tocar – têm um papel importante na cozinha e no jogo da paixão. Só por cozinhar uma boa refeição, está a entrar num ato erótico. E mais, afrodisíacos e sexo são realmente bons para si. Muitos estudos científicos mostraram que o aumento da vida sexual e boas relações promovem o bem estar.

 

Desde o inicio dos tempos até hoje

Os afrodisíacos têm feito parte da existência humana e do regime humano desde o início dos tempos. Os caçadores africanos devoraram órgãos crus de leão. Os romanos preferiam pénis de lobo selvagem e sémen de crocodilo, e os egípcios, serpentes venenosas. Parar assegurar a virilidade na noite de núpcias, os noivos prussianos comiam testículos de boi, javali ou urso. Hoje, pénis de tigre ou chifres de rinoceronte ainda são considerados afrodisíacos na China. Os melhores amantes e os escritores mais apaixonados enfatizaram o poder dos afrodisíacos.

 

Qualquer refeição é uma ocasião para celebrar a sensualidade e brindar ao amor, romance, família, e vida. Boa comida servida numa cama de romance conduz à felicidade, saúde, longitude, amor, vida sexual satisfatória.

 

Desde o bolo de carne até ao bolo de queijo

Comida e sexo estão intimamente ligados aos nossos corpos e mentes. Mesmo a nossa linguagem associa comida e sexo. Basta considerar termos usados no jogo da atividade sexual – carne, bolo de queijo, pastel doce.

Há muitas razões pelas quais os afrodisíacos tem o poder de inflamar os nossos sentidos, a nossa imaginação, e aumenta a nossa libido. Os afrodisíacos funcionam em muitos níveis, e vários factores influenciam: químico, sensorial, emocional, romântico, social e factores energéticos.

 

O fator químico

Existem dezenas de comidas, as quais têm se verificado que aumentam a atividade sexual e o nosso apetite sexual e capacidade. Ao contrário do Viagra, estes estimulantes naturais e reforços físicos não têm efeitos negativos como dores de cabeça, diarreia, infeções urinárias. Existem muitas comidas de que falaremos que funcionam como o Viagra, reforçam os níveis da molécula de óxido nítrico, que regulam as ereções.

 

O fator sensorial

Comer é uma atividade íntima, sensual e sensorial que pode estimular os nossos apetites sexuais se as comidas certas estão bem preparadas e consumidas. As comidas lembram-nos o sexo por causa do seu sabor, textura, ou aparência: marisco salgado, por exemplo, sabe e cheira como os fluidos sexuais. Já para não dizer que é rica em nutrientes que ajuda a aumentar os níveis hormonais e melhorar a função sexual.

 

O fator emocional

Preparar a comida para cada um, é um meio de dar e receber amor. Como quando se faz amor, quando alguém cozinha para si, você sente-se alimentada, e quando você cozinha para alguém, você alimenta e cuida dele. As emoções manifestadas por uma boa refeição e por um bom sexo são as mesmas. Sentimo-nos quentes, nutridos, bem cuidados, protegidos, valorizados, e emocionalmente seguros. Noutras palavras "amada"! "O caminho para o coração do homem, é através do estômago" pode ser um mito, mas é verdade.

Memorias, emoções, e os sentidos estão interligados. Em muitas alturas os factores emocionais e sensoriais interagem uns com os outros para provocarem reacções extraordinárias. O aroma sensorial da comida pode evocar poder emocional e aumentar as respostas sexuais.

 

O fator romântico

Tentações são a sua receita para aumentar a criatividade na sua vida, estimular o sexo, e induzir a terem tempo um para o outro. Explore o nosso livro e descobrirá que fazer uma refeição romântica, uma ou duas vezes por semana é a chama necessária para o melhor sexo e para aumentar a intimidade. Combinando um tempo e um encontro por semana com o seu parceiro, você assegurará um bom tempo juntos. É excitante, antecipar essa data e divertido pensar como e com quais afrodisíacos vocês se seduziram um ao outro.

Há risco de gravidez sem penetração?

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"Gostaria de saber quais as probabilidade de uma mulher engravidar apenas com o contato direto da vagina com o pénis, mesmo que não haja ejaculação nem penetração?"

Mariana - Vila Nova de Gaia

 

Cara leitora,

As probabilidades não são muito grandes de acontecer uma gravidez, apenas com o contato genital, mas pode acontecer, se o homem tiver já libertado líquido pré-ejaculatório (a lubrificação que sai antes da ejaculação) e se o contato entre os genitais for bastante direto, sem qualquer roupa nem proteção. Lembre-se que mesmo que a gravidez não aconteça as infeções sexualmente transmissíveis podem ser transmitidas numa situação como a que descreve, pelo que a proteção com o preservativo é desejável.